Após reunião de governadores eleitos, Fátima Bezerra destaca importância de maior participação da União

JBelmont

21Nov2018

Por Belmont às 14h20

 

Os governadores eleitos e reeleitos do Nordeste participaram de uma reunião hoje em Brasília para definir a pauta comum que será entregue ao presidente eleito Jair Bolsonaro no próximo dia 12 de dezembro. A governadora eleita Fátima Bezerra, que participou do encontro, defendeu uma maior participação do Governo Federal para ajudar estados e municípios e ainda a continuidade de obras hídricas, mabitacionais e de infraestrutura.

Fátima explicou que a partir da reunião de hoje, será elaborada uma carta de contendo as principais reivindicaçõees comuns aos estados da região para serem entregues no encontro com
Bolsonaro. Entre os itens, estão a retomada urgente das obras do Nordeste como as de rodovias e ferrovias para melhorar o escoamento das produções e impulsionar o desenvolvimento econômico; a continuidade de obras no campo habitacional, que se encontram paralizadas em sua grande maioria por problemas nos pagamentos; e as hídricas, com destaque para a aceleração das Obras de Transposição do São Francisco.

“Ressaltei muito essa obra, porque ela está atrasadíssimase e ela é muito importe. É muito importante que as águas cheguem ao Ceará e ao nosso querido Rio Grande do Norte”, destacou.

Fátima Bezerra também cobrou uma maior participação da União nas áreas da saúde, que passa pelo programa Mais Médicos; da segurança pública com o funcionamento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e ainda na educação com o fortalecimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

“A vigência do Fundeb termina em 2020 e nós estamos pautando logo esse tema para torná-lo um programa permanente e para que a União amplie a sua participação financeira, junto aos Estados e municípios, para que possamos alcançar as metas dos nossos planos municipais e estaduais de educação”, completou.

Fátima Bezerra também adiantou que os governadores eleitos vão cobrar mais garantias de financiamento para o reequilíbrio das contas públicas dos estados e do pacto federativo.


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