Nota de esclarecimento da deputada LARISSA ROSADO

20 Maio2017

Por Jbelmont às 17h04

NOTA
 
A doação à minha campanha de 2014, atribuída à empresa JBS, foi na verdade realizada pelo Diretório do PMDB, que contribuiu com as candidaturas da coligação formada, entre outros, pelo PSB, partido a que pertenço desde 2005.
 
Isso, de maneira lícita, transparente e com a aprovação dos auditores e juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
 
Esclarecidos os fatos, agradeço pelas manifestações de solidariedade, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.
 
Mossoró-RN, 19 de maio de 2017.
 
Larissa Rosado
Deputada Estadual - PSB
Deixe seu comentário

Em notas, Forças Armadas garantem que cumprirão Constituição

20 Maio2017

Por Jbelmont às 08h53

 

Os comandos das três Forças Militares (Marinha, Exército e Aeronáutica) fizeram questão de garantir, neste momento de crise políticam sua total subordinação aos preceitos constitucionais, em notas divulgadas neste sexta-feira. A manifestação ocorreu horas depois de um encontro com o presidente Michel Temer e num momento de instabilidade política.

 

Nos textos, os comandantes militares disseram que foram “convocados” para o encontro onde se discutiu a conjuntura atual. Os comandantes militares destacam que as Forças Armadas têm seu papel determinado pela Constituição. O cuidado foi para evitar interpretações de que o encontro com Temer poderia ser um apoio ao presidente neste momento.

 

Temer se reuniu com os três comandantes e ainda com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen. Em nota, o comandante do Exército, general Villas Bôas, “reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas”.

 

O Globo

Deixe seu comentário

Fachin diz que não há ilegalidade em gravações de delator da JBS

19 Maio2017

Por Jbelmont às 22h39

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu que as gravações feitas pelo empresário Joesley Batista e enviadas à Procuradoria Geral da República (PGR) não são ilegais. O entendimento está na decisão de ontem (18), na qual o ministro autorizou a abertura de investigação sobre o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB) e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB).
 

Os três foram gravados em conversas com o empresário e foram citados nos depoimentos de delação premiada da empresa JBS.

 

Ao aceitar o pedido de abertura de investigação, Fachin citou que a jurisprudência do STF valida gravações feitas por um investigado para captar conversas com terceiros. Na decisão, o ministro não fez juízo sobre as acusações.

 

“Desse modo, não há ilegalidade na consideração das quatro gravações em áudios efetuadas pelo possível colaborador Joesley Mendonça Batista, as quais foram ratificadas e elucidadas em depoimento prestado perante o Ministério Público (em vídeo e por escrito), quando o referido interessado se fez, inclusive, acompanhado pelo defensor”, argumentou o ministro.

 

Gravações
Joesley Batista gravou quatro áudios e procurou a PGR para assinar um acordo de delação premiada, que foi homologado por Fachin. De acordo com o processo, o empresário gravou uma conversa com o presidente Temer no dia 7 de março, por volta das 22h30, no Palácio do Jaburu. Em seguida, no dia 24 de março, gravou um diálogo com o senador Aécio e duas conversas com o deputado Loures.

 

Na conversa, Temer e Batista conversam sobre o cenário político, os avanços na economia e também citam a situação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi preso na Operação Lava Jato. O áudio tem cerca de 40 minutos e foi divulgado ontem pelo STF.

 

180 Graus 

 

Deixe seu comentário

Delator diz que Temer recebeu R$ 15 milhões e 'guardou 1 milhão no bolso'

19 Maio2017

Por Jbelmont às 18h37

Ricardo Saud, diretor da JBS, disse que repasse foi feito a pedido do PT para financiar campanha de Temer, então vice de Dilma, em 2014. Dinheiro saiu de cota de R$ 300 milhões do PT.

 

presidente Michel Temer teria recebido R$ 15 milhões do Partido dos Trabalhadores para financiar sua campanha à Vice-Presidência, em 2014, mas decidiu "guardar" R$ 1 milhão, segundo afirmou Roberto Saud, diretor da JBS, em depoimento ao Ministério Público Federal.

 

G1 questionou Temer sobre a afirmação do delator, via assessoria do Palácio do Planalto, mas, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia recebido resposta.

 

Os detalhes estão em um vídeo de 23 minutos, que faz parte do material divulgado à imprensa nesta sexta-feira (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e baseia um dos inquéritos que apuram atos ilícitos de políticos.

Assista ao vídeo na íntegra acima, e veja abaixo os principais pontos do depoimento.

 

Continuar Lendo Clique Aqui

Deixe seu comentário

Lula e Dilma receberam até US$ 150 milhões em propinas, afirma delação da JBS

19 Maio2017

Por Jbelmont às 18h33

A ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula durante ato em Curitiba - Geraldo Bubniak / Agência O Globo

 

 
Deixe seu comentário

Temer e Aécio agiam juntos para impedir avanço da Lava Jato, diz Janot

19 Maio2017

Por Jbelmont às 13h44

 

Afirmação do procurador-geral da República está na decisão do ministro do STF Luiz Edson Fachin que determinou abertura de inquérito contra Temer, Aécio e deputado Rocha Loures.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) agiram "em articulação" para impedir o avanço da Lava Jato.

O G1 procurou as assessorias de Temer e Aécio mas, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia obtido resposta.

A afirmação consta da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin que determinou a abertura de inquérito para investigar Temer, Aécio e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que está relacionado ao acordo de delação de executivos da JBS. A decisão foi divulgada nesta sexta (19).

DELAÇÃO DA JBS: VEJA OS VÍDEOS DOS DEPOIMENTOS

"Além disso, verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio de controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos", afirma Janot.

"Desta forma, vislumbra-se também a possível prática do crime de obstrução à Justiça", completa o procurador-geral da República.

No pedido para investigar Temer e Aécio, a procuradoria afirma que o senador teria "organizado uma forma de impedir que as investigações [da Lava Jato] avançassem por meio da indicação de delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições."

CONTINUAR LENDO CLIQUE AQUI

Deixe seu comentário

Parabéns, meu filho Rogers!

19 Maio2017

Por Jbelmont às 00h00

Parabenizar hoje este filho querido, Rogers Carvalho Belmont, por mais um ano de vida. 

 

Pedindo a Deus que continue lhe abençoando juntamente com sua esposa Cibele e seus filhos Henrique e Felipe Camilo.
Um beijo grande de seu pai, de Jarda e de suas irmãs que lhe amam muito.

Deixe seu comentário

Governador Robinson Faria cumpre agenda em Areia Branca nesta sexta-feira (19)

18 Maio2017

Por Jbelmont às 23h25

O governador do Estado, Robinson Faria, cumpre agenda de trabalho nesta sexta-feira (19), no município de Areia Branca. O chefe do Executivo Estadual participa de uma série de atividades ao longo do dia.

 

Programação:

 

9h - Vila Cidadã (oferta de serviços à população, além de ações integradas do Governo como a assinatura de um Termo de Cessão de imóvel à Casa do Idoso e entrega de equipamentos e veículos ao Programa Compra Direta). Local: Praça do Santuário – Rua Fortaleza.

 

13h – Apresentação do Programa Moradia Cidadã Municípios aos prefeitos da região. Local: Hotel Costa Atlântico, Rua de Upanema.

Deixe seu comentário

JBS implode também Lula, Dilma, Renan e Serra

18 Maio2017

Por Jbelmont às 22h05

A teia da JBS e o poder dos irmãos Joesley e Wesley Batista foram muito além do que foi divulgado até agora. Vão explodir amanhã, sexta-feira, delações que atingem mortalmente, pela ordem, os ex-presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o ex-chanceler e ex-presidenciável José Serra (PSDB). Os valores são de tirar o fôlego e surgirão nomes que até aqui vinham passando ilesos.

 

Quem teve informações sobre o material informa que os tentáculos do grupo JBS não ficam a dever nada aos da Odebrecht, mas com uma diferença: o dono e os executivos da empreiteira decidiram fazer delação premiada depois de presos, já com capacidade limitado de produzir novas provas tão contundentes. Já os irmãos Batista estão há meses gravando seus interlocutores e pautando os monitoramentos da Polícia Federal.

 

O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira.

 

Estadão

Deixe seu comentário

Sobrevivente à chacina pede para ser preso temendo execução

18 Maio2017

Por Jbelmont às 20h05

 

O segundo sobrevivente da chacina da Vila Pará no município de Serra do Mel se apresentou ao Delegado Caetano Balmam da Segunda Delegacia em Mossoró.

 

Antes a polícia tinha ouvido um adolescente que também sobreviveu por ter se fingido de morto.

 

Emanuel Bento Ferreira Filho, o sobrevivente que foi ouvido pelo delegado responsável pela investigação Caetano Baumann, disse que estava com medo de morrer ao voltar para casa.

 

Considerado o alvo principal dos atiradores que promoveram na noite da última terça-feira a chacina de serra do mel, disse que conseguiu escapar da morte ao fugir pelo mato.

 

E foi no matagal que o jovem se manteve escondido dos inimigos por vários dias. Emanuel Filho, com medo de morrer, busca a polícia e confessa crimes de roubo e outros ilícitos e disse que quer pagar na cadeia, pelos crimes, mas vi

Deixe seu comentário

Não renunciarei', afirma Temer

18 Maio2017

Por Jbelmont às 18h40

Presidente afirmou que não teme delação. Segundo 'O Globo', empresário entregou à PGR gravação de conversa com Temer sobre a compra do silêncio de Eduardo Cunha.

 

 

O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.

 

Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.

 

"No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou.

 

Reportagem publicada no site do jornal "O Globo" nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.

 

"Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder", disse Temer. "Nunca autorizei que se utilizasse meu nome", declarou o presidente.

 

Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário", disse.

 

Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. "Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém", declarou.

 

Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu.

 

"Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento", disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. "Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil", afirmou.

Segundo o presidente, "a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe fantasmas de crise politica de proporção ainda não dimensionada".

 

Íntegra do pronunciamento

 

Leia abaixo a íntegra do pronunciamento de Michel Temer:

 

Olha, ao cumprimentá-los, eu quero fazer uma declaração à imprensa brasileira e uma declaração ao País. E, desde logo, ressalto que só falo agora - os fatos se deram ontem - porque eu tentei conhecer, primeiramente, o conteúdo de gravações que me citam. Solicitei, aliás, oficialmente, ao Supremo Tribunal Federal, acesso a esses documentos. Mas até o presente momento não o consegui.

 

Quero deixar muito claro, dizendo que o meu governo viveu, nesta semana, seu melhor e seu pior momento. Os indicadores de queda da inflação, os números de retorno ao crescimento da economia e os dados de geração de empregos, criaram esperança de dias melhores. O otimismo retornava e as reformas avançavam, no Congresso Nacional. Ontem, contudo, a revelação de conversa gravada clandestinamente trouxe volta o fantasma de crise política de proporção ainda não dimensionada.

 

Portanto, todo um imenso esforço de retirar o País de sua maior recessão pode se tornar inútil. E nós não podemos jogar no lixo da história tanto trabalho feito em prol do País. Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário.

 

Repito e ressalto: em nenhum momento autorizei que pagassem a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém. Por uma razão singelíssima: exata e precisamente porque não temo nenhuma delação, não preciso de cargo público nem de foro especial. Nada tenho a esconder, sempre honrei meu nome, na universidade, na vida pública, na vida profissional, nos meus escritos, nos meus trabalhos. E nunca autorizei, por isso mesmo, que utilizassem o meu nome indevidamente.

 

E por isso quero registrar enfaticamente: a investigação pedida pelo Supremo Tribunal Federal será território, onde surgirão todas as explicações. E no Supremo, demonstrarei não ter nenhum envolvimento com esses fatos.

 

Não renunciarei, repito, não renunciarei! Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida, para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Esta situação de dubiedade ou de dúvida não pode persistir por muito tempo. Se foram rápidas nas gravações clandestinas, não podem tardar nas investigações e na solução respeitantemente a estas investigações.

 

Tanto esforço e dificuldades superadas, meu único compromisso, meus senhores e minhas senhoras, é com o Brasil. E é só este compromisso que me guiará.

 

Muito obrigado. Muito boa tarde a todos.

 

Nota da Presidência

 

Na noite desta quarta (17), após a veiculação da reportagem, a Presidência divulgou nota na qual confirmou que, em março Temer e Joesley Batista se encontraram, mas negou ter havido conversa sobre tentar evitar a delação de Cunha.

 

No âmbito do STF, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, autorizou abertura de inquérito para investigar Temer, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

 

Com a decisão de Fachin, Temer passou formalmente à condição de investigado na Operação Lava Jato. Ainda não há detalhes sobre a decisão, confirmada pela TV Globo.

 

As revelações do jornal geraram reações imediatas no Congresso Nacional, a ponto de os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), encerrarem as sessões desta quarta nas quais estavam sendo discutidos projetos.

 

Além disso, tanto parlamentares da oposição quanto da base aliada passaram a defender a saída de Temer por meio de reúncia ou impeachment.

 

Pela Constituição, se o presidente renunciar ou sofrer impeachment, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assume interinamente a Presidência e tem de convocar novas eleições.

 

Aécio Neves

 

Na mesma delação, também segundo o jornal "O Globo", os donos da JBS revelaram pedido do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de R$ 2 milhões à empresa para pagar as despesas com advogados que o defendem na Lava Jato.

 

Aécio indicou um primo dele para receber o dinheiro, e a entrega foi filmada pela Polícia Federal. A PF também rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado em uma empresa do também senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

 

Nesta quinta, Aécio Neves foi afastado do mandato de senador, por determinação do Supremo Tribunal Federal. Além disso, a irmã dele, Andrea Neves, foi presa pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento no episódio envolvendo a JBS. Um primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, também foi preso.

 

Embora a Procuradoria Geral da República tenha pedido a prisão de Aécio, o ministro Edson Fachin rejeitou o pedido e não levará o caso a plenário, que só avaliará o caso se o procurador-geral, Rodrigo Janot, decidir recorrer da decisão.

Deixe seu comentário

Andrea Neves, irmã do senador Aécio, é transferida para penitenciária em BH

18 Maio2017

Por Jbelmont às 18h33

Andrea, que é jornalista e principal assessora do senador do PSDB, é apontada como operadora do irmão nas investigações da Lava Jato; mandado foi cumprido após delações dos donos da JBS.

 

irmã e assessora do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, chegou por volta das 14h30 desta quinta-feira (18), no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte. Ela foi presa por agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal nesta manhã no condomínio Retiro das Pedras, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

 

O primo do senador e de Andrea, Frederico Pacheco de Medeiros, também foi preso em casa, no condomínio Morro do Chapéu, em Nova Lima, na Grande BH. O assessor parlamentar e cunhado do senador Zeze Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima, foi preso em Belo Horizonte durante o cumprimento de mandados da Operação Patmos, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira após as delações do grupo empresarial JBS, dos irmãos Joesley e Welsey Batista.

 

Andrea chegou escoltada ao presídio feminino, que fica no bairro Horto, Região Leste da capital mineira. Antes, ela foi submetida a um exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), onde foi "recebida" por um grupo de manifestantes que gritavam "bandida".

 

De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Prisional de Minas Gerais, Andrea ficará em uma ala separada do pavilhão principal, dado o tipo de crime do qual ela é suspeita, das condições de sua prisão e repercussão do caso. Esta decisão tem apoio na Lei de Execução Penal, segundo a secretaria

 

Andrea ficará abrigada em uma cela individual de 2,5 m x 3 m. O local dispõe de cama, vaso sanitário e chuveiro. Ainda de acordo com a Seap, ela vai estar submetida a todos os procedimentos do presídio, como quatro alimentações diárias, banho de sol, visitas e assistências médica e psicossocial.

 

A irmã de Aécio, que é jornalista e sua principal assessora, foi presa porque há suspeitas de que ela tenha pedido dinheiro ao empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, em nome do irmão. Ela é considerada operadora do senador nas investigações da Lava Jato.

 

O advogado Marcelo Leonardo informou que dois celulares e um computador foram apreendidos nesta manhã na casa de Andrea. A prisão preventiva foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Após a prisão, Andrea Neves foi levada para a sede da Polícia Federal em Belo Horizonte onde prestou depoimento. De acordo com Leonardo, ela foi orientada a permanecer em silêncio já que a defesa não teve acesso ao teor dos autos de investigação. “Ela esclarece que trata-se de uma mera relação privada entre pessoas físicas. Não há nenhuma relação envolvendo cargo, negócio ou função públicos”, disse o advogado.

 

O defensor ainda disse que vai analisar os autos e pedidos de investigação antes de tomar qualquer providência, mas acredita que a prisão possa ser revertida em alguma medida cautelar.

 

Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), chega escoltada ao IML, em Belo Horizonte (Foto: Raquel Freitas/G1)

 

Operação Patmos

 

A operação Patmos - batizada pela Polícia Federal em referência à ilha grega onde o apóstolo João teve visões do Apocalipse - foi deflagrada a partir da delação da JBS, revelada pelo jornal O Globo. Nela, Aécio Neves aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista para pagar a defesa dele na Lava Jato. As informações foram confirmadas pela TV Globo.

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou o cumprimento de 41 mandados de busca e apreensão e oito de prisão preventiva em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão e Paraná, cumpridos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal.

Os pedidos de prisão e busca e apreensão foram feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delações dos donos da JBS e em apurações da Polícia Federal. Os fatos que embasaram os pedidos ocorreram neste ano, em pleno curso das investigações da Operação Lava Jato.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, o objetivo da operação foi apreender documentos, livros contábeis e fiscais, arquivos eletrônicos, telefones, valores e objetos que podem se relacionar à investigação. A investigação apura os crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, constitutição e participação de organização criminosa, dentre outros.

 

Em nota, a PGR disse que Rodrigo Janot considera que "o caso revela perplexidade, pois os fatos ocorreram apesar e durante as investigações de delitos graves praticados através de autênticas organizações criminosas enraizadas no poder público, envolvendo algumas das mais altas autoridades do país. 'Isso demonstra que o esperado efeito depurador e dissuasório das investigações e da atuação do Poder Judiciário lamentavelmente não vem ocorrendo e a espiral de condutas reprováveis continua em marcha nos mesmos termos e com a mesma ou maior intensidade e desfaçatez'”, disse.

 

G-1

Deixe seu comentário

Quadrilha invade Arez, explode caixa de banco e atira em delegacia

18 Maio2017

Por Jbelmont às 12h50

Crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (18) em Arez, a 60 quilômetros de Natal. Pelo menos 10 bandidos participaram da ação. Ninguém foi preso.

 

G1/Rn - Teto da agência do Bradesco desabou com a força da explosão (Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi)

 

Um caixa eletrônico da agência do Bradesco da cidade de Arez, distante 60 quilômetros de Natal, foi explodido na madrugada desta quinta-feira (18). Segundo a Polícia Militar, pelo menos dez homens participaram da ação. Ninguém foi preso.

 

Essa é a 33° unidade bancária atacada somente este ano no estado.

 

Além das quatro explosões ouvidas pelos moradores, a cidade foi acordada pelos barulhos de tiros. Enquanto parte do bando efetuava disparos contra a delegacia da cidade, onde também funciona a base da PM, outra se encarregava de atacar a agência. A ação foi registrada por volta das 3h. A agência ficou destruída com a força da explosão.

 

O teto do prédio desabou.

 

Todo o dinheiro que estava no caixa foi levado. Na fuga, os criminosos espalharam grampos de ferro pelas estradas que dão acesso à cidade. Pontiagudos, os grampos são usados para furar os pneus de carros. Assim, a polícia também teve dificuldade de partir em busca dos bandidos, que conseguiram escapar.

Deixe seu comentário

Fachin negou pedido de prisão e não levará caso de Aécio ao plenário; senador está afastado de mandato

18 Maio2017

Por Jbelmont às 12h48

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e não levará para o plenário a decisão sobre o assunto.

 

O plenário só avaliará o caso se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, autor do pedido, decidir recorrer da decisão de Fachin.

 

O ministro mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador.

 

G1

Deixe seu comentário

Delatores da JBS relataram às autoridades que receberam ameaças de morte

18 Maio2017

Por Jbelmont às 12h42

Donos do frigorífico moram em Nova York e não foram encontrados por equipe da TV Globo. Joesley Batista gravou presidente dando aval para comprar silêncio de Cunha, diz jornal.

 

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do frigorífico JBS, relataram às autoridades brasileiras que receberam ameaças de morte e foram autorizados a deixar o país, segundo apuração da TV Globo. Joesley e Wesley moram em Nova York, nos Estados Unidos.

 

Os dois disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal "O Globo" Lauro Jardim.

 

Joesley Batista mantém um apartamento na Quinta Avenida, uma das mais importantes de Nova York e não atendeu a nenhuma das solicitações de entrevista. Segundo o porteiro do prédio, o dono da JBS e a mulher dele teriam deixado o local com malas.

 

Na delação, Joesley afirmou ter gravado o presidente Michel Temer dando aval para que o empresário continuasse pagando uma "mesada" ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que ele se mantivesse em silêncio após ser preso na Lava Jato. A gravação, segundo o jornal, foi feita em março deste ano.

 

Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência afirmou que Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar."

 

O Supremo Tribunal Federal não confirmou nem negou se a delação da JBS já foi homologada por Edson Fachin. O STF afirmou que não vai se pronunciar sobre o caso nesta quarta-feira.

 
Deixe seu comentário

Planalto é avisado que base aliada quer renúncia de Temer

18 Maio2017

Por Jbelmont às 09h30

Articuladores políticos do governo foram avisados no fim da noite desta quarta-feira (17) que vários grupos de parlamentares que integram o núcleo duro da base aliada querem a renúncia do presidente Michel Temer.



Segundo o jornal "O Globo", o dono da JBS, Joesley Batista, entregou gravação ao Ministério Público com uma conversa entre ele e Temer na qual eles discutiram a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).



A Presidência confirmou a reunião, mas negou a tentativa de impedir a delação.

 

Em uma reunião com conselheiros políticos, na noite desta quarta, o presidente já disse que não tem disposição em renunciar. Além disso, segundo auxiliares, o presidente se defendeu e ressaltou que, em nenhum momento, falou sobre o silêncio de Cunha.



Várias reuniões aconteceram dentro e fora da Câmara durante a noite. Segundo relatos feitos ao Blog por parlamentares da base, o clima é de velório.



O Planalto foi avisado que, se Temer não der sinalização rápida de solução para a crise política, através da renúncia, haverá forte movimento nesse sentido pelos próprios aliados, o que deixaria a situação do presidente insustentável.



Já há parlamentares que avaliam que, se Temer não tomar essa posição, será atropelado e perderá qualquer tipo de influência sobre o processo de sucessão.



Na avaliação de deputados da base, só o fato de Temer ter recebido Joesley Batista reservadamente no Palácio do Jaburu mostra que houve movimento desesperado do presidente, que sofria chantagem explícita de Cunha, inclusive através de perguntas encaminhadas à Justiça Federal.



Entendao que acontece se Temer renunciar ou sofrer impeachment



Se Temer não optar pela saída mais rápida, a renúncia, ele poderia, dizem aliados, sofrer um processo de impeachment ou ter o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitora, que julgará, no mês que vem, a ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer.



"A renúncia do presidente passou a ser um imperativo para não agravar ainda mais a crise. O governo Temer acabou hoje", disse ao Blog o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. O partido comanda o Ministério de Minas e Energia.



O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), também defende a renúncia de Temer. O partido chefia o Ministério da Educação. 



E até deputados do PPS já cobram até a saída do partido do govenro. Atualmente, o PPS tem dois ministros : Roberto Freire (Cultura) e Raul Jungmann (Defesa).

Deixe seu comentário

“Se a JBS delatar, será o fim da República”, diz Eduardo Cunha

18 Maio2017

Por Jbelmont às 09h15

O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) se mostrou ‘apreensivo’ esta semana com a possibilidade de vazamento do teor das delações dos executivos do Grupo JBS. Em conversa com interlocutores, ele afirmou que “se a JBS delatar, será o fim da República”.

 

Condenado a 15 anos e quatro meses de prisão na Operação Lava Jato, o peemedebista está recolhido no Complexo Médico Penal de Pinhais, nos arredores de Curitiba, desde outubro de 2016, por ordem do juiz federal Sérgio Moro.

 

Cunha também comentou a interlocutores que as delações da empreiteira Odebrecht seriam ‘pequenas causas’ se comparadas ao teor das revelações dos controladores do Grupo JBS.

 

O ex-parlamentar não comentou se estaria envolvido em esquemas de corrupção com os novos delatores.

 

ESTADÃO

Deixe seu comentário

Procurador do MPF foi preso por “operar para JBS”

18 Maio2017

Por Jbelmont às 08h59

O Antagonista apurou que a Polícia Federal prendeu o procurador Angelo Goulart, procurador da força-tarefa das operações Greenfield, Sépsis e Cui Bono.

 

Ele foi nomeado para o grupo em março, por meio de portaria do PGR. Mas começou a operar para a JBS antes disso. Foi pago para se infiltrar e espionar os trabalhos de investigação.

 

É um escândalo!

Deixe seu comentário

Irmã do senador Aécio Neves é presa pela Polícia Federal

18 Maio2017

Por Jbelmont às 08h54


Aécio Neves (PSDB) sorri ao lado da irmã, Andréa Neves, em foto de quando ele era governador de MG (Foto: Agência MG/Arquivo)

 

A operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal em endereços ligados a Aécio Neves (PSDB-MG), na manhã desta quinta-feira (18). Segundo a PF, por volta das 8h30 foi cumprido um mandado de prisão contra a irmã do senador, Andrea Neves.

 

Ela foi localizada em um endereço na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Um chaveiro foi chamado para os agentes cumprirem o mandado de busca e apreensão no apartamento de Andréa em Copacabana, na Zona Sul.

 

Operação no Rio

 

A operação no Rio começou por volta das 5h, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Também foram feitas buscas nos apartamentos de Aécio e de Altair Alves Pinto, conhecido por ser braço direito do deputado Eduardo Cunha, que está preso.

 

Por volta das 6h15, pelo menos cinco carros descaracterizados da Polícia Federal chegaram à chapelaria do Congresso, em Brasília, que é a principal entrada e a mais utilizada pelos parlamentares. No Congresso, as buscas são feitas nos gabinetes de Aécio, do também senador Zeze Perrella (PMDB-MG) e do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

 

Afastamento

Também estão sendo feitas buscas em endereços ligados a Aécio em Belo Horizonte e em Brasília, e o STF determinou o afastamento de Aécio e de Rocha Loures dos mandatos.

 

O procurador da República Ângelo Goulart Villela foi preso e há mandado de prisão contra o advogado Willer Tomaz, que é ligado a Eduardo Cunha. A PF também faz buscas no Tribunal Superior Eleitoral, onde atua o procurador da República preso.

 

O G1 tentou ligar para uma assessora de Aécio Neves, mas o telefone estava desligado. Também não conseguimos contato com os outros citados na reportagem.

 

Delação da JBS

A operação teve início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo” na quarta-feira (17)

 

A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, que foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014.

 

Em nota, a assessoria de imprensa de Aécio Neves afirmou que o senador “está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos”.

 

“No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários”, diz o texto

 

Ainda segundo a delação de Joesley, também foi feita uma gravação onde o presidente Michel Temer dá aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato.

G1

Deixe seu comentário

Temer diz que não renuncia e quer ver a fita da sua conversa com Joesley

18 Maio2017

Por Jbelmont às 08h50

 

"Ir à luta", esta é a palavra de ordem transmitada agora por um dos ministros presentes à reunião que acabou há pouco  no gabinete do presidente Temer. " Renúncia, nem pensar", acrescentou.

"O presidente quer ver a fita da sua conversa com Joesley", insistiu o ministro. Temer considerou um absurdo um presidente da República ser gravado. É a segunda vez que manifesta essa estraheza. A primeira foi quando foi gravado pelo seu então ministro da Cultura. 

A ordem interna é resistir e transmitir clima de normalidade.

O ministro repetiu várias vezes a frase: "O presidente quer ver a fita".

Deixe seu comentário

Vejam os políticos potiguares que receberam recursos da JBS em 2014

18 Maio2017

Por Jbelmont às 08h43

A JBS foi a maior doadora de todas as campanhas eleitorais no Brasil em 2014. No RN ela também foi fundamental e somando todas as doações, também foi a principal doadora.

 

Vejam quanto a JBS doou para cada candidatura nas eleições de 2014 no estado.

 

Henrique Alves do PMDB declarou gastos em 2014 de R$ 26,1 milhões, desses R$ 2,75 milhões vieram dos cofres da empresa dos irmãos Batista.

 

Robinson Faria do PSD declarou gastos em 2014 de R$ 12,9 milhões, desses R$ 7,7 milhões vieram dos cofres da empresa dos irmãos Batista.

 

Fátima Bezerra do PT declarou gastos em 2014 de R$ 3,4 milhões, desses R$ 1,165 milhão vieram dos cofres da empresa dos irmãos Batista.

 

O Deputado Federal Fábio Faria do PSD recebeu R$ 1,1 milhão, o Deputado Federal Beto Rosado do PP recebeu R$ 400 mil, Felipe Maia do DEM recebeu R$ 85 mil da JBS e Antônio Jácome na época no PMN recebeu R$ 70 mil.

 

A Deputada Estadual Larissa Rosado do PSB foi quem recebeu mais da empresa para a eleição de Deputado Estadual, ela recebeu R$ 200 mil, seguida do Deputado Estadual Fernando Mineiro do PT, que recebeu R$ 165 mil, o Deputado José Adécio do DEM recebeu R$ 100 mil, mesmo valor dos Deputado Estadual Kelps Lima do SD e Nelter Queiroz do PMDB com R$ 100 mil. Os Deputados Souza Neto do PHS recebeu R$ 50 mil e o Deputado Jacó Jácome na época no PMN recebeu R$ 30 mil.

 

Todas as doações da JBS aos candidatos em 2014 foram feitas ou através dos diretórios nacionais dos partidos de cada um, dos diretórios estaduais ou em doações diretas.

 

Todas as contas dos candidatos que receberam recursos da empresa no RN, foram aprovadas pelo TRE.

 

RESUMO:

 

14 políticos potiguares receberam recursos diretamente ou indiretamente através de diretórios da JBS em 2014.

 

HENRIQUE ALVES – R$ 2,75 milhões

ROBINSON FARIA – R$ 7,7 milhões

FÁTIMA BEZERRA – R$ 1,165 milhão

FÁBIO FARIA – R$ 1,1 milhão

BETO ROSADO – R$ 400 mil

FELIPE MAIA – R$ 85 MIL

ANTÔNIO JÁCOME – R$ 70 MIL

LARISSA ROSADO – R$ 200 MIL

FERNANDO MINEIRO – R$ 165 MIL

JOSÉ ADÉCIO – R$ 100 MIL

KELPS LIMA – R$ 100 MIL

NELTER QUEIROZ – R$ 100 MIL

SOUZA NETO – R$ 50 MIL

JACÓ JÁCOME – R$ 30 MIL

BG

Deixe seu comentário

Fachin manda afastar Aécio do mandato de senador e envia ao plenário do STF pedido de prisão

18 Maio2017

Por Jbelmont às 08h39

Relator da Lava Jato no STF também ordenou afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) da Câmara. PF cumpre nesta quinta (18) mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio.

 

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, negou o pedido apresentado da Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pela PGR.

Endereços ligados ao parlamentar tucano também são alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro e em Brasília.

Apartamento do senador Aécio Neves é alvo de busca e apreensão durante operação da Lava Jato em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo)
O relator da Lava Jato determinou ainda que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara.

Reportagem publicada nesta quarta (17) no site do jornal "O Globo" revelou que o dono do frigorífico JBS Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) uma gravação na qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões.

No áudio gravado por Joesley, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. O senador tucano é alvo de seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionados à Lava Jato.

 

O G1 ainda não conseguiu contato nesta quinta-feira com a assessoria de Aécio Neves. Na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do parlamentar mineiro afirmou que ele "está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos".
O Senado informou à TV Globo que, até o momento, ainda não recebeu oficialmente o mandado do ministro do Supremo que mandar afastar Aécio do parlamento.

Além de afastar o senador do PSDB, Fachin expediu um um mandado de prisão contra a irmã e assessora de Aécio, Andréa Neves. Segundo a TV Globo apurou, um procurador da República foi preso e há mandados contra pessoas ligadas ao deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

No Rio, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços: os apartamentos de Aécio e da irmã dele e o imóvel de Altair Alves Pinto, conhecido por ser braço direito de Cunha.

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi preso na manhã desta quinta pela Polícia Federal. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Corte eleitoral, em Brasília.
Fachin também expediu mandado de prisão contra o advogado Willer Tomaz, que é ligado a Eduardo Cunha.

Deixe seu comentário

Acumulou: Ninguém acerta resultado do concurso 1931 e prêmio sobe para R$ 30 milhões

17 Maio2017

Por Jbelmont às 21h54

enhum apostador acertou as dezenas do concurso 1931 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (17/05) em Pontes e Lacerda (MT).Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo sorteio (20) sobe para R$ 30 milhões.

 

As dezenas sorteadas foram: 02-08-09-15-22-34

 

 

A  quina teve 131 acertadores, que vão receber cada um R$ 19.252,27. Já a quadra teve 8.918 acertadores, que levarão R$ 404,00 cada.

 

A QUINA SAIU PARA DOIS SORTUDOS CADA UM VAI LEVAR R$ 7.281.351,12 

CONFIRA  -  20 22 25 52 67
Deixe seu comentário

Temer esteve com empresário, mas 'jamais' tentou evitar delação, diz Planalto

17 Maio2017

Por Jbelmont às 21h48

Segundo jornal 'O Globo', dono da empresa JBS, Joesley Batista, gravou conversa com presidente na qual foi discutida a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

 

O Palácio do Planalto divulgou na noite desta quarta-feira (17) uma nota na qual informou que o presidente Michel Temer se reuniu com o empresário Joesley Batista, dono da JBS, mas "jamais" tentou evitar a delação do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

 

A nota foi divulgada após reportagem publicada no site do jornal "O Globo" informar que Joesley Batista entregou ao Ministério Público Federal gravação de conversa dele com Temer na qual foi discutida a compra do silêncio de Eduardo Cunha.

 

Antes de a assessoria de Temer divulgar a nota, o presidente se reuniu com ministros, entre os quais Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), e assessores, como o secretário de Comunicação Social, Márcio Freitas, e o porta-voz, Alexandre Parola.

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo no Senado Romero Jucá (PMDB-RR), também estiveram presentes ao encontro.

 

Íntegra

 

NOTA À IMPRENSA

O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

 

O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

 

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.

Deixe seu comentário

Dono da JBS grava aval de Temer para compra de silêncio de Cunha

17 Maio2017

Por Jbelmont às 20h52

POR O GLOBO / FOTO AGÊNCIA O O GLOBO

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

 

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato:

 

Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

 

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

 

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

 

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

 

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

 

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

 

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão desabrida?

 

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

 

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

 

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)

Deixe seu comentário